O título do filme, adaptado da peça de Arthur Miller, de mesmo nome, já nos conta o seu fim. Willy Loman é o idoso caixeiro viajante, que nutre o sonho do sucesso de seu filho Biff (John Malkovich) e o seu. Arrasado pelo realismo que cerca não apenas a ele, mas a todos nós - Biff não tem sucesso, pelo contrário, é um fracassado; e no trabalho, Willy não consegue a promoção que sonhara durante toda sua vida - nasce aí “A morte do caixeiro viajante”.
Dustin Hoffman nos mostra a dor, uma dor escondida por uma máscara sempre forte de esperança e hipocrisia. Durante o filme, a dor chega a transpassar a tela da TV e vem até nós, a angústia do homem comum, com um sonho comum se torna nossa. Fica difícil assistir Willy em seu mundo utópico e vê-lo na miséria, mas muito mais difícil ainda é largá-lo lá, sozinho. Sozinho em seu enterro, apenas com o amor de sua esposa e a ignorância de seu outro filho, que não se sabe o nome.
Willy não está sozinho em seus sonhos. Ele reflete um mundo de pessoas, cujo único objetivo é vencer, ou ser como ele, um fracasso. Está aí a simplicidade da obra: Willy não quer nada que qualquer um de nós não queira. Seu sonho é ter um emprego digno e que seu filho também não seja um renegado.
Dustin Hoffman nos mostra a dor, uma dor escondida por uma máscara sempre forte de esperança e hipocrisia. Durante o filme, a dor chega a transpassar a tela da TV e vem até nós, a angústia do homem comum, com um sonho comum se torna nossa. Fica difícil assistir Willy em seu mundo utópico e vê-lo na miséria, mas muito mais difícil ainda é largá-lo lá, sozinho. Sozinho em seu enterro, apenas com o amor de sua esposa e a ignorância de seu outro filho, que não se sabe o nome.
Willy não está sozinho em seus sonhos. Ele reflete um mundo de pessoas, cujo único objetivo é vencer, ou ser como ele, um fracasso. Está aí a simplicidade da obra: Willy não quer nada que qualquer um de nós não queira. Seu sonho é ter um emprego digno e que seu filho também não seja um renegado.
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