
Desde muito tentava descobrir o que nos diferenciava dos outros animais, o que nos fazia superiores, acima das demais espécies. No começo pensei que fosse devido o fato de termos um cérebro maior, pensávamos mais, raciocinávamos. Talvez por causa do nosso domínio sobre a natureza. Por conseguirmos viver em sociedade. Mas não, nenhuma afirmação era intocável, inabalável. Somente após certo tempo fui descobrir o elemento fundamental da nossa existência. O que nos faz superiores é algo tão simples e banal, tão pequeno e comum, que com certeza muitos talvez ainda não o tenham glorificado, aclamado, idolatrado. Nosso pequeno polegar. Um pequeno no tamanho, mas um gigante em sua importância.
Logo que o descobri, abandonei a idéia de que éramos superiores graças ao nosso grande poder de raciocínio, a nossa notória e inventiva mente, e ao nosso imenso poder sobre a natureza. Se raciocinássemos, não nos aniquilaríamos a todo instante com novas bombas de extermínio em massa, novas armas capazes de destruir toda a raça humana em segundos levando consigo todos os animais, todo o planeta. Não inventariamos novas guerras em nome de ideais que buscam a redenção, mas que nos levam à destruição, ao extermínio. Evoluiríamos a nossa mente. Seriamos deuses capazes de inventar o amor, não só como uma palavra, mas como um sentimento superior. Criaríamos a justiça, proclamaríamos o perdão e exterminaríamos a fome, toda a miséria humana, toda espécie de tormentos e angústias. Mas não, não somos deuses. Não pensamos, nos matamos. Não evoluímos, voltamos sempre à pré-história, e aí somos homens da caverna, destruímos tudo com o pensamento ingênuo de que tudo é eterno.
Nossa única evolução (que não é nossa) são esses dois polegares, que nos propiciaram construir o mundo com nossas próprias mãos. Deles vieram nossos arranha-céus, pudemos voar construindo máquinas que vencem a gravidade, nossas casas, nossas ruas com seus automóveis. Criamos uma máquina capaz até mesmo de nos substituir em trabalhos difíceis e repetitivos. O que dizer então das coisas simples que somos capazes de fazer. Qual outro animal consegue segurar um copo de água com tanta perfeição. Como utilizaríamos os talheres sem esses dois polegares que, inclusive, possibilitam-me escrever este artigo. Somente eles nos fazem diferentes. Somente eles nos fazem superiores.
Portanto, não nos vangloriemos por termos raciocínio, por pensarmos e assim dominarmos os outros animais. Não somos os donos do mundo, apenas o usufruímos. Não somos os mais inteligentes, apenas supomos isto. Apenas temos um polegar, a única coisa útil existente em cada um.
Logo que o descobri, abandonei a idéia de que éramos superiores graças ao nosso grande poder de raciocínio, a nossa notória e inventiva mente, e ao nosso imenso poder sobre a natureza. Se raciocinássemos, não nos aniquilaríamos a todo instante com novas bombas de extermínio em massa, novas armas capazes de destruir toda a raça humana em segundos levando consigo todos os animais, todo o planeta. Não inventariamos novas guerras em nome de ideais que buscam a redenção, mas que nos levam à destruição, ao extermínio. Evoluiríamos a nossa mente. Seriamos deuses capazes de inventar o amor, não só como uma palavra, mas como um sentimento superior. Criaríamos a justiça, proclamaríamos o perdão e exterminaríamos a fome, toda a miséria humana, toda espécie de tormentos e angústias. Mas não, não somos deuses. Não pensamos, nos matamos. Não evoluímos, voltamos sempre à pré-história, e aí somos homens da caverna, destruímos tudo com o pensamento ingênuo de que tudo é eterno.
Nossa única evolução (que não é nossa) são esses dois polegares, que nos propiciaram construir o mundo com nossas próprias mãos. Deles vieram nossos arranha-céus, pudemos voar construindo máquinas que vencem a gravidade, nossas casas, nossas ruas com seus automóveis. Criamos uma máquina capaz até mesmo de nos substituir em trabalhos difíceis e repetitivos. O que dizer então das coisas simples que somos capazes de fazer. Qual outro animal consegue segurar um copo de água com tanta perfeição. Como utilizaríamos os talheres sem esses dois polegares que, inclusive, possibilitam-me escrever este artigo. Somente eles nos fazem diferentes. Somente eles nos fazem superiores.
Portanto, não nos vangloriemos por termos raciocínio, por pensarmos e assim dominarmos os outros animais. Não somos os donos do mundo, apenas o usufruímos. Não somos os mais inteligentes, apenas supomos isto. Apenas temos um polegar, a única coisa útil existente em cada um.
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